segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
II ENGLISH FESTIVAL
ESCOLA ESTADUAL MAURÍCIO ZÁKHIA
PROFESSOR RESPONSÁVEL: PATRICIA REZENDE
PROFESSORES COLABORADORES: TURNO DA TARDE
ABRANGÊNCIA: 6, 7, 8 E 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL 2
CRONOGRAMA: SETEMBRO\ 2015 A NOVEMBRO \ 2105
APRESENTAÇÃO:
Procuramos com este trabalho, propiciar aos alunos uma forma inovadora de construção de conhecimento através da música.
A música envolve o aluno fazendo-o aprender pronúncia e gramática de forma divertida.
OBJETIVO GERAL
Incentivar o gosto dos alunos fazendo-os aprender através da música a Lingua Inglesa.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Melhorar a Leitura
Aperfeiçoar a escrita e o vocabulário
Compreender oralmente e\ou escrita a música
Desenvolver habilidades musicais
Fazer com que os alunos aprendam a escrever palavras, expressões, frases ou trechos observando a fala e a escrita;
Desenvolver a oralidade e a escrita por meio de exercícios variados;
DESENVOLVIMENTO
Escolher a música com os alunos;
Ouvir e cantar em sala de aula;
Leitura das letras das músicas
Compreensão da música
Apresentação de grupos para todo o turno da tarde;
CONCLUSÃO
Todo o trabalho foi de suma importância para o aprendizado dos alunos.
OBSERVAÇÃO: o projeto é desenvolvido anualmente
domingo, 19 de fevereiro de 2017
PROJETO DE RELAÇÃO ENTRE OS ALUNOS ESCOLA ESTADUAL DOM INOCÊNCIO
Introdução: Este
projeto é voltado para o resgate à educação, o respeito com professores,
colegas e funcionários da escola. Visa, ainda, trabalhar o amor às pessoas mais
velhas e à discriminação. O tratamento com a natureza, animais, o meio
ambiente.
O importante é cobrar as atitudes boas do aluno,
trabalhar aos poucos mas, com firmeza para que o aluno sinta a diferença,
importância e a necessidade de se comportar bem na sociedade.
O projeto pode contribuir para que os alunos se tornem
pessoas mais amorosas e preocupadas com o ser humano.
1-
TÍTULO:
RESGATANDO VALORES HUMANOS
2- JUSTICATIVA:
Atualmente
os alunos recebem muitas informações através da alta tecnologia que está a
nossa volta e influenciando nossas vidas, são mais críticos e independentes.
Apesar de alguns projetos que já fazem parte da escola,
contribuírem para essa situação, o que chama muita atenção é a forma de alguns
alunos tratarem seus colegas, professores e todos da escola, falta de amor aos
pais, falta de respeito às pessoas mais velhas, à natureza e aos animais.
A importância deste projeto está em resgatar os valores
morais do aluno para que seja mais consciente em sua vida.
Apesar de os
professores estarem empenhados na aprendizagem dos alunos, não é uma tarefa
fácil fazer com que eles se interessem pelo assunto.
3-
PROBLEMATIZAÇÃO: A falta dos valores humanos, morais, levará à falência da sociedade. A
escola como formadora de cidadãos conscientes deve atentar para os problemas de
seus jovens.
4-
DESENVOLVIMENTO: O Projeto será desenvolvido durante todo o ano; e uma vez por mês haverá
palestras abordando vários temas sobre o
assunto em questão, proferida por pessoas envolvidas com o problema, ou não.
Após a palestra serão apresentadas atividades artísticas e culturais, enfocando
o tema discutido.
5-
OBJETIVOS:
5.1 Objetivo geral:
Após a realização do projeto,
espera-se que os alunos reflitam sobre suas atitudes e mudem seu comportamento.
5.2
Objetivos específicos:
- Respeitar o próximo;
- Valorizar o professor;
- Valorizar a própria vida dizendo não às
drogas;
- Manter mais diálogo, participação e
solidariedade entre os colegas;
- Levar o aluno a
conhecer melhor o colega;
- Conscientizar o
aluno da importância das gentilezas com as pessoas;
- Provocar no jovem
a reflexão sobre suas atitudes em relação ao próximo;
- Apreciar a
natureza;
- Perceber a força
expressiva de um simples gesto de amizade e coleguismo;
- Manter mais diálogo, amizade e
interação entre os alunos.
6-
METODOLOGIA:
As
atividades poderão ser realizadas ao ar livre, na sala de aula, em todo espaço
físico escola, onde se fizer necessário.
7-
RESULTADOS ESPERADOS:
- Espera-se que ao final do ano letivo os alunos
estejam mais envolvidos uns com os outros, tenham mais interesse pela amizade e
reflitam sobre a importância de seu comportamento na sociedade.
-
Entender que é possível conhecer as pessoas com um simples gesto de
humanidade, observação, gentileza e atenção ao próximo.
8-
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA:
A
adolescência é um momento muito especial na vida do indivíduo onde ele não
aceita opiniões, acredita que está totalmente correto em suas ações e às vezes
não respeita o próximo.
Essa idade
é um período que merece muita atenção na vida do indivíduo e ele não pode perceber o valor de um simples
gesto de gentileza para com as pessoas e que só no futuro, na idade adulta fará
diferença em sua vida.
Assinatura do (a)
professores:
Alexandre Oscar
Fonseca
_____________________________________
Elaine Otero de Paiva _____________________________________
Neide
Amarante _____________________________________
Assinatura da
supervisora:
_________________________________________________________
Assinatura da
diretora:
_________________________________________________________
Campanha, _______ de _________________________________ de _______.
OBRIGADA NEIDE AMARANTE POR COLABORAR COM O BLOG
o ENSINO DE MATEMÁTICA NO PROETI
O
ensino da Matemática no PROETI
“Não
é o conhecimento do teorema de Pitágoras que irá assegurar o livre exercício da
inteligência pessoal: é o fato de haver redescoberto a sua existência e a sua
demonstração”.
(Jean
Piaget)
1.
APRESENTAÇÃO
A respeito do processo de ensino e de
aprendizagem da Matemática, a Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas da
SEE-MG considera que os Parâmetros
Curriculares Nacionais devem nortear o trabalho com essa área do conhecimento
nas escolas, visto que estes estão pautados por princípios decorrentes de
estudos, pesquisas, práticas e debates desenvolvidos nos últimos anos, cujo
objetivo principal é o de adequar o trabalho escolar a uma nova realidade,
marcada pela crescente presença dessa área do conhecimento em diversos campos
da atividade humana.
Assim,
o professor ao planejar suas ações para as oficinas denominadas Experiências
Matemáticas deve adotar tais princípios ao organizar, selecionar e elaborar as
atividades a serem desenvolvidas.
As oficinas devem ter um caráter – não
exclusivo – de retomada de conceitos e procedimentos matemáticos já
trabalhados, inclusive em séries anteriores. Entretanto, cabe ressaltar que
esse processo não pode ser desenvolvido de forma esquemática, ou seja, por meio
de breve exposição da teoria, seguida de uma longa lista de exercícios – ainda
que estes não sejam tão repetitivos como é costume.
Essa perspectiva de retomada de conteúdos,
tampouco pode ser concebida sem uma análise de como os assuntos foram tratados
e os respectivos níveis de aprofundamento, pois é fato reconhecido que uma
simples revisão de tópicos causa, geralmente, grande desinteresse por parte dos
alunos e, ao final, pode ficar a sensação de um trabalho desperdiçado. O estudo
repetitivo de conteúdos contribui, paradoxalmente, para o fracasso escolar em
Matemática.
O trabalho com a retomada/aprofundamento
de conceitos em Experiências Matemáticas deve também ter como perspectiva o
desenvolvimento de atitudes dos alunos em relação aos conhecimentos matemáticos
como: capacidade de investigação e perseverança na busca de resultados,
valorizando o uso de estratégias de verificação e controle de resultados;
predisposição para alterar a estratégia prevista para resolver uma
situação-problema quando o resultado não for satisfatório; reconhecimento de
que pode haver diversas formas de resolução para uma mesma situação-problema e
empreendimento de esforços para conhecê-las; valorização do trabalho em equipe;
troca de pontos de vistas e de experiências como fonte de aprendizagem;
valorização dos diversos recursos, tecnológicos ou não, como meios para a
aprendizagem.
2. OBJETIVOS
As
atividades a serem desenvolvidas em Experiências Matemáticas devem envolver
contextos e situações para que os alunos possam:
rever e/ou aprofundar conceitos e procedimentos
matemáticos já estudados, por meio de metodologias diferenciadas e inovadoras
como a resolução de problemas (incluindo problematizações de jogos), história
da Matemática, uso de materiais concretos, novas tecnologias e projetos.
identificar os conhecimentos matemáticos como meios
para compreender e transformar o mundo à sua volta e perceber o caráter de jogo
intelectual, característico da Matemática, como aspecto que estimula o
interesse, a curiosidade, o espírito de investigação e o desenvolvimento da
capacidade para
resolver problemas.
A proposta para o período da tarde é o
desenvolvimento de experiências e projetos que reforcem e complementem os
assuntos já tratados, visto que a escola deve partir do pressuposto de que a
Matemática pode e deve estar ao alcance de todos e a garantia de sua
aprendizagem deve ser meta prioritária do trabalho docente.
Convém também ressaltar que, apesar da
necessária articulação do trabalho com a Matemática nos dois períodos, não cabe
ao professor da disciplina deslocar alguns dos temas a serem desenvolvidos durante o ano letivo
para o espaço destinado ao PROETI.
Assim, todos os assuntos programados dos quatro blocos de conteúdos (números e
operações; espaço e forma; grandezas e medidas; tratamento da informação) devem
ser abordados no período da manhã.
3. PROCEDIMENTOS
METODOLÓGICOS
Para o
trabalho com Matemática na Educação Básica deve-se considerar que a
aprendizagem de conceitos e procedimentos matemáticos está ligada à
compreensão, isto é, à atribuição e apreensão de significado; apreender o
significado de um objeto ou acontecimento pressupõe identificar suas relações
com outros objetos e acontecimentos.
Assim, o
tratamento dos conteúdos em compartimentos estanques e numa rígida sucessão
linear deve dar lugar a uma abordagem em que as conexões sejam favorecidas e
destacadas. O significado da Matemática para o aluno resulta das conexões que
ele estabelece entre a Matemática e outras áreas do conhecimento, entre a
Matemática e seu cotidiano e entre os diferentes temas matemáticos.
Desse
modo, é fundamental que o professor estabeleça essas conexões para possibilitar ao aluno a atribuição de
novos significados às noções matemáticas anteriormente abordadas.
É necessário também lembrar que a seleção e a organização de conteúdos deve
levar em conta sua relevância social e sua contribuição para o desenvolvimento
intelectual do aluno e não deve ter como critério apenas a lógica interna da
Matemática.
Ou seja, são desejáveis tanto as situações
práticas do dia-a-dia do aluno, como situações não diretamente relacionadas ao
cotidiano, mas que tenham potencial para o desenvolvimento do raciocínio
lógico.
Assim, o
docente ao elaborar as atividades matemáticas sejam as demandadas pelos
projetos desenvolvidos, sejam as situações-problema propostas (incluindo
problematizações de jogos) deve levar em conta dois aspectos básicos da
aprendizagem em Matemática: um consiste em relacionar observações do mundo real
com representações (esquemas, tabelas, figuras, escritas numéricas); outro
consiste em relacionar essas representações com princípios e conceitos
matemáticos. Nesse processo, a comunicação tem grande importância e deve ser
estimulada, levando-se o aluno a “falar” e a “escrever” sobre Matemática, a
trabalhar com representações gráficas, desenhos, construções, a aprender como
organizar e tratar dados.
Em
síntese, a retomada de conceitos e procedimentos matemáticos não pode ser feita apenas com a perspectiva de utilizá-los
como ferramentas para a aprendizagem de novas noções.
O professor precisa levar em conta que, para o aluno consolidar e
ampliar um conceito, é fundamental que ele o veja em novas extensões,
representações ou conexões com outros conceitos.
No
período da tarde, as atividades devem ser propostas em diferentes contextos,
apresentando, tanto quanto possível, um caráter lúdico e desafiador.
Assim,
é essencial considerar que as aulas destinadas ao PROETI/ Matemática devem ser
impregnadas de um certo ativismo. O professor deve adotar a visão da didática da
Matemática em que se considera a atividade matemática como exploratória.
Esse
processo implica não apenas o uso de técnicas e a aplicação de resultados
conhecidos, mas, sobretudo a formulação de conjecturas e a busca de
contraexemplos pelo aluno.
Para
favorecer esse processo, serão necessários, muitas vezes, recursos didáticos
como livros paradidáticos, vídeos, calculadoras, computadores, jogos e outros
materiais. Contudo, precisam estar integrados a situações que levem ao
exercício da análise e da reflexão.
A
utilização das salas-ambientes poderá facilitar a utilização desses materiais e
de outros característicos da matemática, como: compassos, esquadros, sólidos
geométricos, ábacos, tangrans, material dourado, etc. Nessas salas poderão também
estar disponíveis materiais de outras áreas de conhecimento (mapas, globos
terrestres, bússolas, guias da cidade etc.), uma vez que muitos desses
materiais são importantes para favorecer a construção de fatos, princípios e
conceitos matemáticos.
Em outros momentos os alunos precisarão sair
das salas para obter dados para a pesquisa que estarão realizando; em outros
precisarão se articular em grupos como, na ocasião de procurar estratégias para
vencer um dado jogo ou elaborar, por exemplo, o Jornal Matemático do mês
(divulgação de curiosidades matemáticas, fatos históricos, proposição e/ou
resolução de problemas, desafios, jogos).
3.1. RESOLUCÃO DE PROBLEMAS
A
resolução de problemas deve se constituir na principal diretriz a ser adotada
nas aulas do PROETI.
Esta
opção pela Resolução de Problemas revela a convicção de que o conhecimento
matemático ganha significado quando os
alunos têm situações desafiadoras para resolver e trabalham para desenvolver
estratégias de resolução.
No
entanto, para a grande maioria dos alunos, resolver um problema significa
apenas fazer cálculos com os números do enunciado ou aplicar algo que
aprenderam nas aulas, sem necessariamente apropriar-se da situação ou buscar
compreender e validar os resultados.
Esta
visão certamente decorre da vivência desses alunos, pois é fato reconhecido que
a prática mais tradicional nas aulas de Matemática é “ensinar” um assunto, resolver
alguns exercícios ou problemas-modelo e depois apresentar outros exercícios ou
problemas para os alunos aplicarem o lhes foi “ensinado”.
Em
função disso, o saber matemático não se apresenta ao aluno como um conjunto de
conceitos inter-relacionados, que lhes permite resolver um conjunto de
problemas, mas como um interminável discurso simbólico, abstrato e
incompreensível. O aluno “aprende matemática” apenas por reprodução/imitação.
Convém
explicitar aqui diferenças entre os significados de Problema e de Exercício.
Uma definição, já clássica, de "problema" o identifica com uma
situação que um indivíduo, ou um grupo, quer ou precisa resolver e para a qual
não dispõe de um caminho rápido e direto que o leve à solução.
Um
problema se diferencia de um exercício na medida em que, neste último caso,
dispomos de mecanismos que nos levam, de forma imediata, à solução. A
realização de exercícios se baseia no uso de habilidades ou técnicas
transformadas em rotinas automatizadas como conseqüência de uma prática
contínua.
Um
problema não é um mero exercício em que se aplica de forma mecânica, uma
fórmula ou um processo operatório, mas sim uma situação que demanda realização de uma seqüência de ações ou
operações, não conhecidas a priori, para obter um resultado.
Uma
mesma situação pode representar um problema para uma pessoa enquanto que para
outra esse problema não existe, quer porque não se interessa pela situação,
quer porque ela já conhece o caminho da resolução, quer porque possui
mecanismos para resolvê-la com um investimento mínimo de recursos cognitivos.
Nestes
últimos casos, o suposto problema torna-se um mero exercício.
É
importante reiterar que o aspecto lúdico deve permear, tanto quanto possível,
as atividades a serem desenvolvidas nas aulas .
Nesse
sentido, a proposição de jogos poderá dar esse caráter nas aulas. Todavia, os
jogos podem exercer um papel importante no processo de ensino e de aprendizagem
de atitudes e procedimentos matemáticos se forem propostos em um contexto de
resolução de problemas.
Os PCNs
fazem algumas considerações no sentido
de que os jogos constituir uma forma interessante de propor problemas, pois
permitem que estes sejam apresentados de modo atrativo e favorecem a
criatividade na elaboração de estratégias de resolução e busca de soluções.
Nessa perspectiva, propiciam a simulação
de situações-problema que exigem soluções vivas e imediatas, o que estimula o
planejamento das ações; possibilitam a construção de uma atitude positiva
perante os erros, uma vez que as situações sucedem-se rapidamente e podem ser
corrigidas de forma natural, no decorrer da ação, sem deixar marcas negativas.
Os jogos
podem, dessa forma, contribuir para um trabalho de formação de atitudes -
enfrentar desafios, lançar-se à busca de soluções, desenvolvimento da crítica,
da intuição, da criação de estratégias e da possibilidade de alterá-las quando o
resultado não é satisfatório - necessárias para a aprendizagem da Matemática.
A
participação em jogos de grupo representa uma conquista cognitiva, emocional,
moral e social para o estudante e um estímulo para o desenvolvimento de sua
competência matemática.
As
atividades de jogos permitem ao professor analisar e avaliar aspectos como:
Compreensão : facilidade para entender o processo
do jogo assim como o autocontrole e o respeito a si próprio;
Possibilidade
de descrição: capacidade de comunicar o procedimento seguido e a maneira
de atuar;
estratégia utilizada: capacidade de comparar os
resultados obtidos com as previsões ou hipóteses.
Cabe
ressaltar que a proposição de jogos será um desafio ao professor, pois além de
selecioná-los ( desafiadores e adequados ao desenvolvimento cognitivo da
turma) será necessário que ele saiba
problematizá-los para que estes possam se constituir em boa estratégia para
desenvolver atitudes e procedimentos matemáticos.
3.2. PROJETOS
A busca
do enredamento dos conteúdos de Matemática em “conteúdos” mais amplos, a
necessidade de uma visão de totalidade, que permita inserir o trabalho dessa
disciplina na grande teia educacional, constituem, sem dúvida, uma necessidade
básica para a tomada de decisões relativas ao currículo de Matemática.
A idéia
de se organizar Projetos de Trabalho tem a finalidade de que o aluno aprenda a
organizar informações e descobrir relações que podem ser estabelecidas entre
elas a partir de um tema selecionado.
A função principal de um Projeto é
possibilitar aos alunos o desenvolvimento de estratégias de organização dos
conhecimentos escolares mediante o tratamento da informação (contagens,
tabelas, gráficos, porcentagem).
Um Projeto permite que os alunos façam
relações entre diferentes conteúdos em torno de problemas ou hipóteses.
Um
projeto pode ser organizado seguindo um determinado tema, a definição de um
conceito, um problema geral ou particular, um conjunto de perguntas
inter-relacionadas, ou um tema que mereça tratamento especial.
O importante é o processo de tomada de
decisões que ocorre na classe e uma
reflexão sobre a atuação e o trabalho de cada aluno.
A busca
de informações para um projeto não é tarefa exclusiva do professor e deve ser
compartilhada com a classe.
A procura de informações pelos estudantes
tem uma série de efeitos que se relacionam com a intenção educativa do Projeto.
Em primeiro lugar é importante que os alunos assumam o tema do projeto e trabalhem a informação com seus próprios
recursos e possibilidades.
Deve-se
considerar que a aprendizagem não é realizada somente na escola e que aprender
é um ato comunicativo.
Alguns
conteúdos matemáticos são bastante privilegiados na organização e apresentação
dos projetos, principalmente os relacionados ao bloco : Tratamento da Informação (tabelas,
gráficos, porcentagens, médias).
Esse
tipo de articulação dos conhecimentos escolares é uma forma de organizar as
atividades de ensino e aprendizagem que está vinculada à perspectiva de que
esses conhecimentos não se organizam de forma rígida e compartimentada.
3.3.
HISTÓRIA DA MATEMÁTICA
A
história da Matemática pode ser utilizada como um dos recursos para a
aprendizagem de Matemática. O professor pode selecionar aspectos dessa história
com a finalidade principal de revelá-la ao aluno como uma criação humana e
mostrar-lhe que foram necessidades e preocupações de diferentes culturas, em
diferentes momentos históricos, que impulsionaram o desenvolvimento dessa área
de conhecimento.
Além
disso, conforme afirmam os PCNS, “conceitos abordados em conexão com sua
história constituem veículos de informação cultural, sociológica e
antropológica de grande valor formativo.
A
História da Matemática é, nesse sentido,
um instrumento de resgate da própria identidade cultural”.
Ao estudar as contribuições matemáticas de
diferentes culturas antigas, o aluno poderá compreender que o avanço
tecnológico de hoje não seria possível sem a herança cultural de gerações
passadas.
Em
algumas situações, o recurso à História da Matemática pode esclarecer idéias
matemáticas que estão sendo construídas pelo aluno, especialmente para dar
respostas a alguns “porquês” e, desse modo, contribuir para a constituição de
um olhar mais crítico sobre os objetos de conhecimento.
Embora a
recomendação seja bastante óbvia, vale a pena ressaltar que ao abordar aspectos
históricos não se tem como objetivo colocar a ênfase em fatos, datas e nomes e,
muito menos, que eles sejam memorizados pelos alunos e cobrados em avaliações.
Fatos,
datas e nomes aparecem nos textos para contextualizar o próprio processo de
construção histórica das idéias e conceitos matemáticos.
3.4. TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO
Estão destacados, a seguir, alguns aspectos da discussão que os
Parâmetros Curriculares Nacionais fazem a respeito da inclusão das novas
tecnologias no processo de ensino e de aprendizagem da Matemática tendo em
vista o desafio que a escola precisa enfrentar que é a incorporação ao seu
trabalho, tradicionalmente apoiado na oralidade e na escrita, de novas formas
de comunicar e conhecer.
O uso de recursos como softwares e calculadoras traz significativas
contribuições para se repensar sobre o processo de ensino e aprendizagem de
Matemática à medida que:
·
relativiza a importância do cálculo
mecânico e da simples manipulação simbólica, uma vez que por meio de
instrumentos esses cálculos podem ser realizados de modo mais rápido e
eficiente;
·
evidencia para os alunos a importância
do papel da linguagem gráfica e de novas formas de representação, permitindo
novas estratégias de abordagem de variados problemas;
·
possibilita o desenvolvimento, nos
alunos, de um crescente interesse pela realização de projetos e atividades de
investigação e exploração como parte fundamental de sua aprendizagem;
·
permite que os alunos construam uma
visão mais completa da verdadeira natureza da atividade matemática e
desenvolvam atitudes positivas diante de seu estudo.
Os computadores podem ser usados nas aulas de Matemática com várias
finalidades como: fonte de informação; meio para desenvolver autonomia pelo uso
de softwares que possibilitem pensar, refletir e criar soluções; ferramenta
para realizar determinadas atividades — uso de planilhas eletrônicas,
processadores de texto, banco de dados, softwares de geometria dinâmica, etc.
Além disso, tudo indica que pode ser um grande aliado do desenvolvimento
cognitivo dos alunos, principalmente na medida em que possibilita o
desenvolvimento de um trabalho que se adapta a distintos ritmos de aprendizagem
e permite que o aluno aprenda com seus erros.
Quanto ao uso da calculadora, constata-se que ela é um recurso útil para
verificação de resultados, correção de erros, podendo ser um valioso
instrumento de auto-avaliação.
A calculadora favorece a busca e percepção
de regularidades matemáticas e as generalizações, estimula a investigação de hipóteses e a
descoberta de estratégias de resolução de problemas , uma vez que os alunos
ganham tempo na execução dos cálculos. Assim ela pode ser utilizada como
eficiente recurso para promover a aprendizagem de processos cognitivos.
Além disso, ela possibilita trabalhar com valores da vida cotidiana
cujos cálculos são mais complexos, como conferir os rendimentos na caderneta de
poupança, cujo índice é um número com quatro casas decimais.
4. ATIVIDADES
A SEREM PLANEJADAS/REALIZADAS NO PROETI
·
Tarefas;
·
Reforço escolar;
·
Oficinas explorando as quatro
operações;
·
Jogos envolvendo as quatro operações;
·
Problemas diversificados;
·
Geometria (uso da régua, transferidor e
compasso);
·
Tabelas;
·
Gráficos;
·
Planificações de figuras geométricas.
Rosália -
PROJETO DE LEITURA ESCOLA ESTADUAL DOM INOCÊNCIO ( Neide Amarante)
Introdução
Este projeto é voltado para o
desenvolvimento de competências linguísticas e produzido para atender à demanda
da leitura, escrita e produção de textos. Visa, ainda, trabalhar as dificuldades da leitura no
Ensino Fundamental, com a finalidade de levar o aluno a se interessar pela
leitura e a descobrir o prazer de viajar no mundo mágico da leitura.
O
importante é não fazer cobranças, ou seja, melhor trabalhar aos poucos
deixando que o aluno sinta a diferença e importância da leitura.
O projeto pode contribuir para que
os alunos tomem conhecimento dos acontecimentos do mundo e da escola.
1-
TÍTULO: INCENTIVANDO O GOSTO PELA LEITURA
2-
JUSTICATIVA:
Atualmente os alunos recebem muitas
informações através da alta tecnologia que está a nossa volta e influenciando
nossas vidas.
Por isso, os alunos devem agir como
receptores críticos dos meios de comunicação, não se deixando manipular apenas
como consumidores e sim, como cidadão.
É também consenso que a leitura tem
papel fundamental no contexto político, social e econômico das sociedades, já
que é capaz, por si só, de provocar a reflexão, integração e o crescimento
intelectual, tornando as pessoas mais conscientes do mundo que as cerca.
Sabemos que a leitura não é
exclusividade do período escolar, é uma prática de vida, usada com maior ou
menor intensidade. Se experimentada com prazer, tornará o ato de ler uma forma
de vivenciar, sentir e interpretar o mundo de forma consciente e crítica.
A importância deste projeto está em
resgatar o prazer, o gosto por uma leitura bem feita; beneficiando os alunos do
ensino Fundamental.
Apesar de os professores estarem
empenhados na aprendizagem dos alunos, não é uma tarefa fácil fazer com que eles
se interessem pela leitura. A leitura não se resume em unir as letras, formar
palavras e frases, a leitura é o melhor exercício e através dela se aprende
muito.
3- DESENVOLVIMENTO
Projeto será desenvolvido no
decorrer do ano, com visitas periódicas à Biblioteca Municipal da cidade.
4- OBJETIVOS:
4.1-
Objetivos gerais:
·
Levar o aluno a descobrir o gosto pela
leitura e fazer dela uma atividade prazerosa, frutífera e duradoura.
·
Conscientizar o aluno da importância da
leitura em sua vida.
·
Proporcionar ao aluno ampliar as
possibilidades de comunicação e expressão.
·
Permitir o registro de conhecimentos
científicos, culturais e históricos.
·
Levar o aluno a entrar em contato com
as manifestações artísticas da linguagem.
·
Provocar no jovem a reflexão sobre suas
ansiedades e expectativas.
·
Facilitar o acesso aos demais conteúdos
curriculares.
·
Ampliar as possibilidades de o
estudante reivindicar seus direitos de cidadão.
4.2- Objetivos específicos:
·
Despertar o interesse para novas
leituras.
·
Descrever novos conhecimentos ou
acontecimentos.
·
Desenvolver a expressão oral, a escrita
e a interpretação dos fatos.
·
Apreciar uma boa leitura.
·
Ampliar o vocabulário e o gosto pela
leitura e pela música.
·
Perceber a força expressiva e o
movimento dos personagens que figuram nas histórias.
·
Capacitar o aluno para ouvir, falar e
ler.
·
Levar o aluno a adquirir atenção e
compreensão na leitura.
·
Estabelecer relação entre realidade e
fantasia.
·
Manter mais diálogo, amizade e interação entre
os alunos
5- METODOLOGIA:
As atividades serão realizadas na Biblioteca Municipal da cidade ou até mesmo
ao ar livre, no decorrer do ano.
Para a realização desse trabalho,
utilizaremos jornais, cartazes, xerox, revistas, livros, som, televisão,
músicas, filmes, dentre outros materiais de apoio.
6- RESULTADOS ESPERADOS:
- Espera-se que ao final do ano
letivo os alunos estejam mais envolvidos
com a leitura, tenham mais interesse pelos estudos
e reflitam que, a melhor maneira de se aprender é com a leitura, não sendo
necessário a cobrança por parte dos professores.
-
Entender que é possível viajar sem sair do lugar.
7- FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA:
A
adolescência é um momento muito especial na vida do indivíduo onde ele não
aceita opiniões, acredita que está totalmente correto em suas ações e não se
interessa muito pelos estudos, muito menos pela leitura, só dá valor às
leituras virtuais. A adolescência é um período que merece muita atenção na vida
do indivíduo e nessa época ele não pode perceber o valor dos estudos e com a
leitura ele vai perceber, no futuro, que a leitura fará diferença em seu
futuro.
8- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Livros da Biblioteca Municipal da cidade.
Educação Física
O PROJETO
PEDAGÓGICO E A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR.
Maria Emilia de
Lima.
Grupo
Pesquisas em EF Escolar
- FEUSP
JUSTIFICATIVA: Este estudo se dá
pela constatação de que uma proposta isolada não pode dar conta dos problemas
do cotidiano escolar, dada sua complexidade e pelas contradições e incoerências
entre o discurso e a prática de Educação Física Escolar. Levanta-se a hipótese
que os professores tenham um discurso pedagógico favorável às questões
relacionadas à escola democrática embora valorizem, com freqüência, a execução
de gestos técnicos descontextualizados.
A
Lei de Diretrizes e Bases promulgada em 20/12/1996 orienta para a integração da
Educação Física a proposta pedagógica da escola, responsabilizando a própria
escola e o professor pela ação educativa.
Após
discussão de seu Projeto Pedagógico, a EMEF Carlos Chagas apresenta como tema
gerador para o período do segundo bimestre de 2005 o tema Meio Ambiente.
Tendo
como orientador os PCNs e o diagnóstico feito com os alunos das terceiras e quartas séries e ainda
objetivando desenvolver o conteúdo específico da Ed. Física, conhecimentos
sobre o corpo, elaboramos, juntamente com as crianças, o Projeto Educação
Física X Meio Ambiente, partindo da seguinte problematização: O que se entende
por Meio Ambiente? O ser humano faz parte desse Meio Ambiente?
OBJETIVO: Construir
conhecimentos sobre o corpo na perspectiva de auto cuidar-se e auto preservar-se.
Partir de um corpo estritamente biológico para a descoberta de um corpo que se
comunica. Elaborar, graficamente, contornos de corpos em harmonia e em
comunicação.
QUADRO
TEÓRICO: Vasconcellos
(2002) considera que Projeto Político-pedagógico é o plano global, entendido
como a sistematização, nunca definitiva, de um processo de planejamento
participativo, que define claramente o tipo de ação educativa a partir da
leitura da realidade. Não qualquer ação, mas as definidas coletivamente e que
se prestam a determinados propósitos, a certas intenções. “As ações projetadas
não são aleatórias, circunstanciais, tópicas, intempestivas, superficiais, mas
encadeadas, fundamentadas, radicais e consistentes”. (NEIRA, 2004). A escola
pública e autônoma é aquela capaz de fixar as regras de seu próprio
funcionamento, sem opor-se à unidade do sistema. Rios (1992) aponta que
autonomia e liberdade são algo a ser construído. Daí a importância de se
estabelecer condições de discussão criativa e crítica, num esforço comum e
sempre aperfeiçoável.
Reconhecemos as
inúmeras dificuldades que o espaço escolar apresenta, vale apontar, como
exemplos, a diversidade cultural e dificuldades no processo
ensino-aprendizagem. Exatamente por tais motivos, evidenciamos a necessidade da
construção do Projeto Político-pedagógico e a importância de uma organização
coletiva onde as comunidades educativas, por meio do diálogo, examinem e
questionem as relações de poder, construam democraticamente o currículo da
escola e articulem-se num movimento de ação-reflexão-ação de modo a serem
respeitados como sujeitos, autores de sua própria prática. Moreira e Candau
(2003), refletem sobre as dificuldades encontradas pelos professores para
superarem os desafios encontrados, quando apontam que é necessário tornar a
cultura um eixo central, conferindo uma visão multicultural às práticas
educativas.
A participação do
professor na elaboração do Projeto Político-pedagógico da escola, em todas as
suas fases, e com garantias de livre expressão e comunicação entre os
diferentes grupos, pode oferecer melhores condições para a elaboração do seu
plano de ensino e provavelmente contribuirá no desenvolvimento de uma prática
articulada com as finalidades educacionais definidas pelo coletivo.
Aprendemos com Fusari (1990) que o
caminhar solitário do educador pode resultar numa prática que nunca se modifica
e que, portanto, é necessário compreender que o sujeito constrói o conhecimento
na interação com os outros através do estudo da prática de seu trabalho e da
teoria que a fundamenta. Esse sujeito cognitivo, afetivo e social é uma
totalidade que, imerso em seu trabalho, exercita o fazer, o pensar e o
teorizar, pois não existe prática sem teoria.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
- Aulas expositivas apresentando os
conteúdos conceituais.
- a cada final de uma aula expositiva
questionar com a turma o que o corpo faz, em termos motores e passível de
desenvolver na quadra da escola. A partir daí, encaminhar a próxima aula
(jogos, brincadeiras ou ginástica) na quadra. Cada turma, provavelmente,
apresentará sugestões diferentes.
- utilização de recursos visuais para
melhor entendimento dos conceitos (cartazes, esqueleto, gravuras, vídeo)
- elaboração, em pequenos grupos do
trabalho final.
CONSIDERAÇÕES: Consideramos que a partir do trabalho desenvolvido, os alunos tiveram a
oportunidade de:
apropriar-se da linguagem visual e corporal; discutir regras das brincadeiras,
apropriando-as às características do grupo; desenvolver atitudes cooperativas,
de respeito e de solidariedade; envolver-se com alegria na prática das
brincadeiras e jogos; construir conceitos básicos sobre: como o corpo é
(constituição), o que ele precisa (alimentação saudável e atividade física) o
que ele faz (em termos motor); elaborar um desenho a partir do contorno dos
corpos.
BIBLIOGRAFIA:
Brasil. Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional. 1996.
Moreira, Antonio F
Barbosa e Candau, Vera Maria. Educação escolar e cultura(s): construindo
caminhos. In: Revista Brasileira de Educação n 23, maio/jun/jul/ago, p. 156 –
168, 2003
Neira, Marcos
Garcia. Por dentro da sala de aula: conversando sobre a prática. São Paulo:
Phorte, 2004.
Rios, Terezinha
Azerêdo. A autonomia como projeto – Horizonte ético-político. In série Idéias 16. a autonomia e a qualidade
do ensino na escola pública. São Paulo:FDE, Diretoria Técnica, 1993.
PCNS VOL 8 1997.
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